quinta-feira, 21 de junho de 2012
domingo, 28 de agosto de 2011
Naoum aciona PF: Veja pode ter feito filme ilegal
Em entrevista ao 247, o gerente-geral do hotel, Rogério Tonatto, afirma que as imagens (acima) não se parecem com as do circuito interno do hotel; podem, portanto, ter sido filmadas por Veja; perícia irá apontar os responsáveis pelo crime, que já coloca Fabio Barbosa, novo presidente da Abril, diante de um dilema: iniciar ou não a faxina interna?
28 de Agosto de 2011 às 15:31
Leonardo Attuch_247 – O caso Veja/José Dirceu pode ser ainda mais grave do que parece. Há poucos minutos, recebemos uma ligação de Rogério Tonatto, gerente-geral do Naoum Plaza Hotel. Indignado com o vazamento de imagens do corredor de um dos andares do estabelecimento, onde o ex-ministro José Dirceu se hospeda com frequência, ele afirma que elas não se parecem com as do circuito interno do hotel. Ou seja: podem ser fruto de um grampo plantado pela equipe da revista Veja, que também se hospedou no hotel. “Já acionamos a polícia civil do Distrito Federal e vamos também acionar a Polícia Federal para que se apurem todas as responsabilidades”. Leia, abaixo, sua entrevista:
247 – Como foram obtidas aquelas imagens?
Rogério Tonatto – Ainda não sabemos, mas o que podemos dizer neste momento é que elas não se parecem com as do circuito interno de segurança do hotel. Todas as nossas câmeras são coloridas e não faria sentido que a reportagem da revista Veja apagasse a cor das imagens antes de publicá-las.
247 – Então está descartada a possibilidade de que as imagens tenham sido vazadas por algum funcionário do hotel?
Tonatto – Nada está descartado, mas as imagens, a princípio, não são nossas, mas sim de outras fontes.
247 – O grampo pode ter sido plantado pela revista Veja?
Tonatto – Tudo terá que ser apurado. Já registramos um boletim de ocorrência junto à polícia civil do Distrito Federal e pretendemos também acionar a Polícia Federal para que se apurem todas as responsabilidades. Vamos até o fim.
247 – Veja alega que o hotel foi instado pelo hóspede José Dirceu a registrar o boletim de ocorrência.
Tonatto – Ora, é evidente que a iniciativa foi nossa. O Naoum é um dos hotéis mais tradicionais de Brasília. Já hospedamos reis e rainhas em nossos 22 anos de existência. Temos a obrigação de zelar pelos nossos direitos e também pelos direitos de nossos hóspedes.
247 – O dano à imagem do hotel foi grande?
Tonatto – Admito que foi constrangedor ver imagens que dizem respeito à intimidade das pessoas que aqui se hospedam serem expostas daquela maneira.
247 – É verdade que o jornalista Gustavo Ribeiro saiu sem pagar sua conta?
Tonatto – A conta foi paga porque aqui no hotel todos que se hospedam deixam antes uma garantia, com um pré-pagamento no cartão de crédito.
247 – Mas ele saiu mesmo sem fazer o check-out.
Tonatto – Posso dizer que a conta foi paga.
Em reportagem anterior sobre o caso, já havíamos noticiado que o Hotel Naoum confirmava o crime cometido por Veja (leia mais). Na reportagem deste fim de semana, estão expostas imagens de José Dirceu, mas também de senadores, como Lindbergh Farias, Eduardo Braga e Delcídio Amaral, que se encontraram com ele, assim como de executivos, como José Sergio Gabrielli, presidente da Petrobras, e do ministro Fernando Pimentel. Note-se que foram filmados sem autorização judicial e sem que fizessem nada de anormal - apenas encontravam-se com uma pessoa conhecida, que participa da vida política do Brasil.
Recentemente, no maior escândalo da história da imprensa mundial, soube-se que o tablóide britânico News of the World grampeava ilegalmente os alvos de suas reportagens. Rupert Murdoch, dono do jornal, pediu desculpas publicamente na primeira página de todos os seus jornais e foi ainda obrigado a depor diante do parlamento britânico – quando quase foi alvejado por uma torta na cara.
Roberto Civita, dono do grupo Abril, certamente não pedirá desculpas.
Sua tropa de choque já foi escalada para desqualificar o crime de invasão de domicílio, que será investigado pela polícia civil do Distrito Federal e pela Polícia Federal, e para tratar a reportagem deste fim de semana (leia mais sobre ela) como um marco da democracia brasileira.
Mas Civita acaba de contratar como presidente o executivo Fabio Barbosa, que é um incansável pregador da ética corporativa.
Dentro de uma semana, Barbosa estará no comando da Abril, com poderes, inclusive, sobre a área editorial – o que inclui Veja.
E ele tem um prato cheio nas mãos: a oportunidade histórica de iniciar a “faxina” interna.
E isso sem maiores traumas, pois, aparentemente, houve um haraquiri no grupo Abril (leia mais).
O risco da “murdoquização” da imprensa
Por Erivaldo
O ex-ministro José Dirceu publicou em seu blog nota acusando um repórter da "Veja" de ter tentado invadir seu quarto no Hotel Naoum. Fazendo-se passar por hóspede, ele teria dito a uma camareira que havia perdido a chave e solicitado, sem sucesso, que a funcionária abrisse o apartamento.
Na edição desta semana, a Veja publicou a reportagem sobre a estadia de José Dirceu no hotel citado. Segundo a revista, o ex-ministro utiliza o local para receber autoridades da República a fim de conspirar contra o governo da presidente Dilma Rousseff.
Pois bem, o desdobramento dessa historia deveria ter maior repercução, sobretudo na velha mídia. Entretanto, não foi isso que ocorre, pois o PIG dificilmente ira repercultir o episodio.
Alguns jornalistas como Noblat e Josia de Souza publicaram o episódio envolvendo a Veja, mas se limitaram a ignorar a montanha de evidências contra a Revista VEJA.
Josia foi mais longe acusando Dirceu de inverter a ordem da narrativa exposta na ocorrência policial, acrescentando acusações que não constam do documento.
Ora, mesmo que a história relatada no BO não bate com o que afirma Dirceu em seu post.
A gravidade dessa denúncia feita, não desqualificar o denuciante José Dirceu. Ainda que não tivesse mesmo havido crime, filmar ou gravar alguém sem a sua permissão já seria.
Enfim, criou-se assim uma certo corporativismo da midia, uma articulação de jornalistas contaminado por idiossincrasias, quando não por preferências quase ideológicas na tentativa de destruir reputaçãoes.
domingo, 29 de maio de 2011
Folha.com - Cotidiano - Em SP, 26 PMs são investigados por roubar caixas eletrônicos - 29/05/2011
Folha.com - Cotidiano - Em SP, 26 PMs são investigados por roubar caixas eletrônicos - 29/05/2011
A maior parte dos quase 70 furtos e roubos a caixas eletrônicos neste ano no Estado de São Paulo é investigada pelo Deic (Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado), da Polícia Civil, como cometida por uma quadrilha formada por 26 policiais militares, grande parte deles em atividade na PM.
PMs são presos tentando roubar caixa eletrônico em SP
Por SMS, polícia acha terceiro suspeito de roubo a banco em SP
Na madrugada de sábado, dois PMs foram presos em flagrante pelo GOE (Grupo de Operações Especiais), da Polícia Civil, dentro da agência do Banco do Brasil, no Jabaquara (zona sul de São Paulo). Eles tinham explosivos para arrombar os caixas.
Um terceiro PM, que estava fardado e é investigado sob suspeita de dar cobertura aos dois, também foi preso. Esse PM dava, segundo o GOE, informações sobre a movimentação dos carros da própria Polícia Militar na área do banco invadido.
Além dos 26 PMs, outras 15 pessoas também são investigadas pelo Deic como responsáveis pelos roubos e furtos de caixas eletrônicos.
Na última semana, a Justiça determinou a prisão de quatro desses 26 PMs investigados. Um ex-PM que está fora do Estado de São Paulo atualmente é considerado o chefe da quadrilha.
Do início do mês até a última quarta-feira, a Folha levantou 16 casos de roubos e furtos a caixas eletrônicos só na Grande São Paulo. A onda de arrombamentos, que são feitos com o uso de maçaricos ou explosivos, tem levado comerciantes a desativar seus terminais.
A maior parte dos quase 70 furtos e roubos a caixas eletrônicos neste ano no Estado de São Paulo é investigada pelo Deic (Departamento de Investigações Sobre o Crime Organizado), da Polícia Civil, como cometida por uma quadrilha formada por 26 policiais militares, grande parte deles em atividade na PM.
PMs são presos tentando roubar caixa eletrônico em SP
Por SMS, polícia acha terceiro suspeito de roubo a banco em SP
Na madrugada de sábado, dois PMs foram presos em flagrante pelo GOE (Grupo de Operações Especiais), da Polícia Civil, dentro da agência do Banco do Brasil, no Jabaquara (zona sul de São Paulo). Eles tinham explosivos para arrombar os caixas.
Um terceiro PM, que estava fardado e é investigado sob suspeita de dar cobertura aos dois, também foi preso. Esse PM dava, segundo o GOE, informações sobre a movimentação dos carros da própria Polícia Militar na área do banco invadido.
Além dos 26 PMs, outras 15 pessoas também são investigadas pelo Deic como responsáveis pelos roubos e furtos de caixas eletrônicos.
Na última semana, a Justiça determinou a prisão de quatro desses 26 PMs investigados. Um ex-PM que está fora do Estado de São Paulo atualmente é considerado o chefe da quadrilha.
Do início do mês até a última quarta-feira, a Folha levantou 16 casos de roubos e furtos a caixas eletrônicos só na Grande São Paulo. A onda de arrombamentos, que são feitos com o uso de maçaricos ou explosivos, tem levado comerciantes a desativar seus terminais.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Justiça proíbe a realização da marcha da maconha em SP - O Globo
Justiça proíbe a realização da marcha da maconha em SP - O Globo
SÃO PAULO - A 2ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo proibiu, por meio de liminar em mandado de segurança, a realização da Marcha da Maconha em São Paulo. O Ministério Público entrou com pedido de liminar contra a decisão anterior que autorizava algumas pessoas a participarem do evento, que estava previsto para acontecer neste sábado, às 14 horas, no vão livre do Masp, na avenida Paulista.
De acordo com a decisão do relator do processo, desembargador Teodomiro Mendez, "o evento que se quer coibir não trata de um debate de ideias, apenas, mas de uma manifestação de uso público coletivo de maconha, presentes indícios de práticas delitivas no ato questionado, especialmente porque, por fim, favorecem a fomentação do tráfico ilícito de drogas (crime equiparado aos hediondos). É necessário considerar o horário e local de sua realização, logradouro público e turístico, para onde podem convergir indistintamente crianças e adolescentes, o que denota imperativa a concessão da medida cautelar, para que, de pronto, sejam despendidos esforços por partes das autoridades constituídas no sentido de impedir a realização do evento e evitar possíveis danos à coletividade".
A Justiça determinou, ainda, que "sejam oficiados, com a máxima urgência a Secretaria de Segurança Pública, as autoridades responsáveis pela Polícia Civil, Polícia Militar, Guarda Civil Metropolitana e Companhia de Engenharia e Tráfego, para que adotem as medidas legais necessárias para coibir a manifestação".
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/05/20/justica-proibe-realizacao-da-marcha-da-maconha-em-sp-924504458.asp#ixzz1MwKdCKvg
© 1996 - 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.
SÃO PAULO - A 2ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo proibiu, por meio de liminar em mandado de segurança, a realização da Marcha da Maconha em São Paulo. O Ministério Público entrou com pedido de liminar contra a decisão anterior que autorizava algumas pessoas a participarem do evento, que estava previsto para acontecer neste sábado, às 14 horas, no vão livre do Masp, na avenida Paulista.
De acordo com a decisão do relator do processo, desembargador Teodomiro Mendez, "o evento que se quer coibir não trata de um debate de ideias, apenas, mas de uma manifestação de uso público coletivo de maconha, presentes indícios de práticas delitivas no ato questionado, especialmente porque, por fim, favorecem a fomentação do tráfico ilícito de drogas (crime equiparado aos hediondos). É necessário considerar o horário e local de sua realização, logradouro público e turístico, para onde podem convergir indistintamente crianças e adolescentes, o que denota imperativa a concessão da medida cautelar, para que, de pronto, sejam despendidos esforços por partes das autoridades constituídas no sentido de impedir a realização do evento e evitar possíveis danos à coletividade".
A Justiça determinou, ainda, que "sejam oficiados, com a máxima urgência a Secretaria de Segurança Pública, as autoridades responsáveis pela Polícia Civil, Polícia Militar, Guarda Civil Metropolitana e Companhia de Engenharia e Tráfego, para que adotem as medidas legais necessárias para coibir a manifestação".
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/05/20/justica-proibe-realizacao-da-marcha-da-maconha-em-sp-924504458.asp#ixzz1MwKdCKvg
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terça-feira, 17 de maio de 2011
Jovens de classe média alta são presos por furtos em São Paulo - São Paulo - iG
Jovens de classe média alta são presos por furtos em São Paulo - São Paulo - iG
Ações em Franca teriam rendido mais de R$ 1 milhão em joias, relógios e aparelhos eletroeletrônicos. Dois jovens estão foragidos
Cinco jovens de classe média alta, de entre 19 e 25 anos, filhos de empresários, comerciantes e pessoas influentes de Franca, na região de Ribeirão Preto (SP), são investigados pela Polícia Civil por praticar furtos em casas de bairros nobres. Os integrantes da quadrilha conheciam garotas e rapazes e faziam amizades em bares e festas e esperavam a ausência dos familiares para cometer os crimes.
Três dos jovens estão presos no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Franca e dois são considerados foragidos, com mandados de prisões expedidos pela Justiça. Advogadas de três deles recorrem da decisão judicial.
A maior ação ocorreu no feriado da Páscoa, em abril, quando entre 12 e 15 residências foram furtadas. As ações teriam rendido mais de R$ 1 milhão em joias, relógios e aparelhos eletroeletrônicos, entre outros.
A quadrilha foi investigada durante quase um ano, após denúncia, segundo o investigador Paulo Resende, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG). O delegado Márcio Murari reuniu provas, como cheques falsificados, contra os rapazes, que também usavam cartões de crédito furtados para fazer compras. Murari abriu 12 inquéritos para investigar os cinco suspeitos. O grupo, que usava os contatos e informações pessoais para planejar os crimes, também é suspeita de tráfico de drogas.
Leonardo Engler Pugliesi, de 19 anos, foi preso em sua residência há duas semanas. Ele seria, segundo a polícia, o responsável por um apartamento alugado em bairro universitário onde eram guardados os produtos furtados. No apartamento foram encontrados 3 quilos de maconha, porções de cocaína, balança de precisão, um revólver calibre 32 e objetos furtados de pelo menos 12 pessoas, que reconheceram seus pertences.
Resende acredita que os objetos recuperados somam apenas cerca de R$ 200 mil. "O restante pode ter sido vendido ou trocado por entorpecentes", comenta. Nem os familiares de namoradas do bando escaparam dos furtos.
Após a prisão de Pugliesi, Rafael Rodrigues Rossin, de 20 anos, e João Paulo Limírio, de 25, foram presos com um Vectra furtado. Tiago Engler Pugliesi, de 24 anos, irmão de Leonardo, e Guilherme Rodrigues Alves, de 21, estão foragidos.
A advogada de Leonardo, Ana Maria de Lima, espera a Justiça avaliar o pedido de relaxamento da prisão de seu cliente, que afirma ser inocente e que foi detido em sua casa, não no apartamento alugado, e sem objetos furtados.
Solange Secchi, que defende Tiago, alega inocência dele e espera revogar a prisão preventiva na Justiça local. Caso isso não ocorra, ela entrará com pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça (TJ), em São Paulo. A advogada não cogita a apresentação de seu cliente à polícia. Os advogados dos outros rapazes investigados não foram localizados pela reportagem.
Ações em Franca teriam rendido mais de R$ 1 milhão em joias, relógios e aparelhos eletroeletrônicos. Dois jovens estão foragidos
Cinco jovens de classe média alta, de entre 19 e 25 anos, filhos de empresários, comerciantes e pessoas influentes de Franca, na região de Ribeirão Preto (SP), são investigados pela Polícia Civil por praticar furtos em casas de bairros nobres. Os integrantes da quadrilha conheciam garotas e rapazes e faziam amizades em bares e festas e esperavam a ausência dos familiares para cometer os crimes.
Três dos jovens estão presos no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Franca e dois são considerados foragidos, com mandados de prisões expedidos pela Justiça. Advogadas de três deles recorrem da decisão judicial.
A maior ação ocorreu no feriado da Páscoa, em abril, quando entre 12 e 15 residências foram furtadas. As ações teriam rendido mais de R$ 1 milhão em joias, relógios e aparelhos eletroeletrônicos, entre outros.
A quadrilha foi investigada durante quase um ano, após denúncia, segundo o investigador Paulo Resende, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG). O delegado Márcio Murari reuniu provas, como cheques falsificados, contra os rapazes, que também usavam cartões de crédito furtados para fazer compras. Murari abriu 12 inquéritos para investigar os cinco suspeitos. O grupo, que usava os contatos e informações pessoais para planejar os crimes, também é suspeita de tráfico de drogas.
Leonardo Engler Pugliesi, de 19 anos, foi preso em sua residência há duas semanas. Ele seria, segundo a polícia, o responsável por um apartamento alugado em bairro universitário onde eram guardados os produtos furtados. No apartamento foram encontrados 3 quilos de maconha, porções de cocaína, balança de precisão, um revólver calibre 32 e objetos furtados de pelo menos 12 pessoas, que reconheceram seus pertences.
Resende acredita que os objetos recuperados somam apenas cerca de R$ 200 mil. "O restante pode ter sido vendido ou trocado por entorpecentes", comenta. Nem os familiares de namoradas do bando escaparam dos furtos.
Após a prisão de Pugliesi, Rafael Rodrigues Rossin, de 20 anos, e João Paulo Limírio, de 25, foram presos com um Vectra furtado. Tiago Engler Pugliesi, de 24 anos, irmão de Leonardo, e Guilherme Rodrigues Alves, de 21, estão foragidos.
A advogada de Leonardo, Ana Maria de Lima, espera a Justiça avaliar o pedido de relaxamento da prisão de seu cliente, que afirma ser inocente e que foi detido em sua casa, não no apartamento alugado, e sem objetos furtados.
Solange Secchi, que defende Tiago, alega inocência dele e espera revogar a prisão preventiva na Justiça local. Caso isso não ocorra, ela entrará com pedido de habeas corpus no Tribunal de Justiça (TJ), em São Paulo. A advogada não cogita a apresentação de seu cliente à polícia. Os advogados dos outros rapazes investigados não foram localizados pela reportagem.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
No WikiLeaks: Roseana Sarney fez operações secretas em paraísos fiscais, diz executivo suíço
Do jornal o Globo
BRASÍLIA - Documentos em poder do executivo suíço Rudolf Elmer mostram que a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e o marido dela, Jorge Murad, fizeram operações secretas no banco Julius Baer, nas Ilhas do Canal e Ilhas Virgens, dois dos mais conhecidos paraísos fiscais. Na última segunda-feira, Elmer entregou parte dos papéis, uma lista com nomes de dois mil empresários e políticos acusados de movimentação de dinheiro de origem suspeita, ao fundador do site WikiLeaks, Julian Assange. Para Elmer, essa seria uma forma de combater a sonegação, a corrupção e a lavagem de dinheiro em âmbito internacional. Ele foi preso na última quarta-feira sob acusação de quebra de sigilo bancário.
Na relação, obtida pelo GLOBO antes de o material ser encaminhado ao WikiLeaks, constam ainda os nomes de outros brasileiros e de empresários e políticos de outros países. Numa entrevista em Londres, logo depois de receber a lista de Elmer, Assange disse que iria repassar o material para o "Financial Times" e para a "Bloomberg".
Roseana e Murad: emissários de depósito de US$ 10 mil
Os nomes de Roseana e Jorge Murad aparecem associados à Coronado Trust-JBTC, que seria administrada pelo também brasileiro Joseph Brafman. Na lista de Rudolf, Roseana e Murad aparecem como emissários de um depósito de US$ 10 mil.
A transação foi feita numa operação triangular com a Totar Business Corporation, empresa aberta nas Ilhas Virgens para gerenciar a Coronado Trust e, com isso, dificultar ainda mais a identificação dos verdadeiros donos do negócio.
O repasse foi registrado em 27 de setembro de 1993. Roseana e Murad fundaram a Coronado Trust em 1993 e a mantiveram aberta até 1999. Trust é uma espécie de contrato que dá ao titular poderes para fazer movimentações financeiras e patrimoniais em nome de terceiros.
Entre os brasileiros da lista de Elmer estão ainda Luiz Fernando da Cruz Secco e Sônia Silva da Cruz Secco, destinatários de US$ 900 mil. Os dois são do Rio de Janeiro. Aparece também o nome da Fabus Foundation, cujo contato é José Diniz de Souza, também beneficiário de US$ 900 mil. Pelos documentos, a Foundation tem sede em Campinas. Na lista constam ainda nomes de americanos, ingleses, alemães, espanhóis, árabes, chineses, canadenses, argentinos, gregos, irlandeses, libaneses, mexicanos, malteses, peruanos e suíços, entre outros.
Rudolf Elmer tem dito que decidiu vazar os documentos para coibir a sonegação, a lavagem e a corrupção que, para ele, seriam acobertadas em parte por regras do sistema financeiro que opera em paraísos fiscais. Ele trabalhou na sede do banco, na Suíça, e depois chefiou as operações da instituição nas Ilhas Cayman. Num determinado momento, entrou em choque com a empresa e decidiu vazar um dos segredos mais cobiçados: a movimentação de dinheiro de quem tenta pagar menos impostos, esconder patrimônio ou simplesmente escapar de investigações fiscais ou criminais.
Trust teria sido mantida sem movimentação
Procurados pelo GLOBO, Roseana e Jorge Murad confirmaram a existência da Coronado Trust. Segundo o advogado da governadora, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, Murad decidiu abrir a Trust no início da década de 90 para proteger o patrimônio. Naquele período, ele teve uma filha numa relação fora do casamento. O advogado disse, no entanto, que a Trust não recebeu ou repassou dinheiro a partir do Julius Baer. Ela teria sido mantida por seis anos sem qualquer movimentação.
- O depósito (que aparece no arquivo de Elmer) foi apenas para custear as despesas da própria Trust - disse Kakay.
Em dezembro do ano passado, Kakay se reuniu com dirigentes do banco Julius Baer na Suíça e obteve uma declaração de que a Coronado não recebeu recursos da Totar. O GLOBO tentou, sem sucesso, localizar Joseph Brafman. O advogado enviou nesta quarta-feira uma mensagem aos defensores de Assange alertando para o risco de divulgação de informações equivocadas sobre Roseana Sarney.
BRASÍLIA - Documentos em poder do executivo suíço Rudolf Elmer mostram que a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), e o marido dela, Jorge Murad, fizeram operações secretas no banco Julius Baer, nas Ilhas do Canal e Ilhas Virgens, dois dos mais conhecidos paraísos fiscais. Na última segunda-feira, Elmer entregou parte dos papéis, uma lista com nomes de dois mil empresários e políticos acusados de movimentação de dinheiro de origem suspeita, ao fundador do site WikiLeaks, Julian Assange. Para Elmer, essa seria uma forma de combater a sonegação, a corrupção e a lavagem de dinheiro em âmbito internacional. Ele foi preso na última quarta-feira sob acusação de quebra de sigilo bancário.
Na relação, obtida pelo GLOBO antes de o material ser encaminhado ao WikiLeaks, constam ainda os nomes de outros brasileiros e de empresários e políticos de outros países. Numa entrevista em Londres, logo depois de receber a lista de Elmer, Assange disse que iria repassar o material para o "Financial Times" e para a "Bloomberg".
Roseana e Murad: emissários de depósito de US$ 10 mil
Os nomes de Roseana e Jorge Murad aparecem associados à Coronado Trust-JBTC, que seria administrada pelo também brasileiro Joseph Brafman. Na lista de Rudolf, Roseana e Murad aparecem como emissários de um depósito de US$ 10 mil.
A transação foi feita numa operação triangular com a Totar Business Corporation, empresa aberta nas Ilhas Virgens para gerenciar a Coronado Trust e, com isso, dificultar ainda mais a identificação dos verdadeiros donos do negócio.
O repasse foi registrado em 27 de setembro de 1993. Roseana e Murad fundaram a Coronado Trust em 1993 e a mantiveram aberta até 1999. Trust é uma espécie de contrato que dá ao titular poderes para fazer movimentações financeiras e patrimoniais em nome de terceiros.
Entre os brasileiros da lista de Elmer estão ainda Luiz Fernando da Cruz Secco e Sônia Silva da Cruz Secco, destinatários de US$ 900 mil. Os dois são do Rio de Janeiro. Aparece também o nome da Fabus Foundation, cujo contato é José Diniz de Souza, também beneficiário de US$ 900 mil. Pelos documentos, a Foundation tem sede em Campinas. Na lista constam ainda nomes de americanos, ingleses, alemães, espanhóis, árabes, chineses, canadenses, argentinos, gregos, irlandeses, libaneses, mexicanos, malteses, peruanos e suíços, entre outros.
Rudolf Elmer tem dito que decidiu vazar os documentos para coibir a sonegação, a lavagem e a corrupção que, para ele, seriam acobertadas em parte por regras do sistema financeiro que opera em paraísos fiscais. Ele trabalhou na sede do banco, na Suíça, e depois chefiou as operações da instituição nas Ilhas Cayman. Num determinado momento, entrou em choque com a empresa e decidiu vazar um dos segredos mais cobiçados: a movimentação de dinheiro de quem tenta pagar menos impostos, esconder patrimônio ou simplesmente escapar de investigações fiscais ou criminais.
Trust teria sido mantida sem movimentação
Procurados pelo GLOBO, Roseana e Jorge Murad confirmaram a existência da Coronado Trust. Segundo o advogado da governadora, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, Murad decidiu abrir a Trust no início da década de 90 para proteger o patrimônio. Naquele período, ele teve uma filha numa relação fora do casamento. O advogado disse, no entanto, que a Trust não recebeu ou repassou dinheiro a partir do Julius Baer. Ela teria sido mantida por seis anos sem qualquer movimentação.
- O depósito (que aparece no arquivo de Elmer) foi apenas para custear as despesas da própria Trust - disse Kakay.
Em dezembro do ano passado, Kakay se reuniu com dirigentes do banco Julius Baer na Suíça e obteve uma declaração de que a Coronado não recebeu recursos da Totar. O GLOBO tentou, sem sucesso, localizar Joseph Brafman. O advogado enviou nesta quarta-feira uma mensagem aos defensores de Assange alertando para o risco de divulgação de informações equivocadas sobre Roseana Sarney.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Jornalismo do PIG SURTOUUUUUU
Veja essa machete:
Exclusivo: PT paulista infiltrou dois espiões na campanha de Dilma, diz jornalista
Essa manchete do Site do Estadão é de morre de Rir. HÁ,HÁ,HÁ, HÁ definitivamente os jornalistas do PIG estão surtando. É obvio que todos nos (PETISTA) ESTAMOS INFILTRADO. Já estamos infiltrados na GLOBO/VEJA/FOLHA/ESTADÃO até no congresso Americano, Sabe da Ultima?(copiando o ESTADÃO) EXCLUSIVO: "Serra é um petista infiltrado"
Leandro Colon - O Estado de S.Paulo
O jornalista Amaury Ribeiro Jr. disse na última segunda-feira, 25, em seu depoimento à Polícia Federal, que o petista Rui Falcão, coordenador da campanha de Dilma Rousseff (PT), infiltrou dois espiões no comitê eleitoral em Brasília. Segundo ele, essas duas pessoas foram apresentadas por Falcão como "voluntários" e militantes do PT paulista. O jornalista afirmou aos policiais que acreditava ser esse "grupo do PT Paulista" - segundo palavras dele - a origem dos vazamentos de informações sigilosas da coordenação de comunicação entre abril e maio deste ano. Seriam os "infiltrados", segundo palavras dele à PF.
O Estado teve acesso ao depoimento prestado ontem pelo jornalista. No último dia 15, Amaury já havia dito aos policiais que Rui Falcão furtou seu dossiê com informações sobre a privatização no governo do PSDB. Agora, ele - indiciado ontem por encomendar os dados fiscais dos tucanos - reafirmou o que dissera antes e acrescentou a existência de duas pessoas, cujos nomes não foram revelados à polícia. "Tendo sido os mesmos os responsáveis pelo acompanhamento do que se passava na referida casa", disse Amaury, citando a casa do Lago Sul onde funcionava a coordenação de comunicação da campanha.
No centro da disputa interna estava o dinheiro repassado a empresas de comunicação que atuavam na campanha - Rui Falcão estaria trabalhando por um grupo de São Paulo, contrário à contratação do jornalista Luiz Lanzetta, que deixou a função em junho, depois da revelação do escândalo dos sigilos fiscais. Em abril deste ano, o jornalista Luiz Lanzetta convidou Amaury para fazer parte do grupo de inteligência petista. O objetivo era conseguir o material que o jornalista havia preparado nos últimos anos contra os tucanos. Parte dos dados fiscais dos integrantes do PSDB foi parar num dossiê que circulou pelas mãos de integrantes da campanha de Dilma.
Ontem, Amaury ficou calado quando a PF perguntou sobre quem pagou as despesas de viagem e hospedagem durante a violação dos sigilos dos tucanos. A investigação mostra que o jornalista encomendou as declarações de renda - protegidas por lei - do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, da filha e do genro do presidenciável José Serra. Indagado ontem, Amaury também não quis responder se agiu em nome do jornal Estado de Minas quando buscou em São Paulo os dados dos tucanos, entre 29 de setembro e 8 de outubro do ano passado. Naquele período, Amaury estava formalmente em férias.
Ontem, na PF, ele usou o direito de permanecer em silêncio sobre esse assunto. Ele reafirmou que as investigações começaram depois de ser informado que um grupo ligado ao deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) estaria seguindo o ex-governador Aécio Neves. Amaury diz ter recebido a informação de que 300 dossiês contra pessoas do PMDB foram feitas por esse grupo para impedir que esses políticos apoiassem a candidatura de Dilma Rousseff.
Exclusivo: PT paulista infiltrou dois espiões na campanha de Dilma, diz jornalista
Essa manchete do Site do Estadão é de morre de Rir. HÁ,HÁ,HÁ, HÁ definitivamente os jornalistas do PIG estão surtando. É obvio que todos nos (PETISTA) ESTAMOS INFILTRADO. Já estamos infiltrados na GLOBO/VEJA/FOLHA/ESTADÃO até no congresso Americano, Sabe da Ultima?(copiando o ESTADÃO) EXCLUSIVO: "Serra é um petista infiltrado"
Leandro Colon - O Estado de S.Paulo
O jornalista Amaury Ribeiro Jr. disse na última segunda-feira, 25, em seu depoimento à Polícia Federal, que o petista Rui Falcão, coordenador da campanha de Dilma Rousseff (PT), infiltrou dois espiões no comitê eleitoral em Brasília. Segundo ele, essas duas pessoas foram apresentadas por Falcão como "voluntários" e militantes do PT paulista. O jornalista afirmou aos policiais que acreditava ser esse "grupo do PT Paulista" - segundo palavras dele - a origem dos vazamentos de informações sigilosas da coordenação de comunicação entre abril e maio deste ano. Seriam os "infiltrados", segundo palavras dele à PF.
O Estado teve acesso ao depoimento prestado ontem pelo jornalista. No último dia 15, Amaury já havia dito aos policiais que Rui Falcão furtou seu dossiê com informações sobre a privatização no governo do PSDB. Agora, ele - indiciado ontem por encomendar os dados fiscais dos tucanos - reafirmou o que dissera antes e acrescentou a existência de duas pessoas, cujos nomes não foram revelados à polícia. "Tendo sido os mesmos os responsáveis pelo acompanhamento do que se passava na referida casa", disse Amaury, citando a casa do Lago Sul onde funcionava a coordenação de comunicação da campanha.
No centro da disputa interna estava o dinheiro repassado a empresas de comunicação que atuavam na campanha - Rui Falcão estaria trabalhando por um grupo de São Paulo, contrário à contratação do jornalista Luiz Lanzetta, que deixou a função em junho, depois da revelação do escândalo dos sigilos fiscais. Em abril deste ano, o jornalista Luiz Lanzetta convidou Amaury para fazer parte do grupo de inteligência petista. O objetivo era conseguir o material que o jornalista havia preparado nos últimos anos contra os tucanos. Parte dos dados fiscais dos integrantes do PSDB foi parar num dossiê que circulou pelas mãos de integrantes da campanha de Dilma.
Ontem, Amaury ficou calado quando a PF perguntou sobre quem pagou as despesas de viagem e hospedagem durante a violação dos sigilos dos tucanos. A investigação mostra que o jornalista encomendou as declarações de renda - protegidas por lei - do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, da filha e do genro do presidenciável José Serra. Indagado ontem, Amaury também não quis responder se agiu em nome do jornal Estado de Minas quando buscou em São Paulo os dados dos tucanos, entre 29 de setembro e 8 de outubro do ano passado. Naquele período, Amaury estava formalmente em férias.
Ontem, na PF, ele usou o direito de permanecer em silêncio sobre esse assunto. Ele reafirmou que as investigações começaram depois de ser informado que um grupo ligado ao deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) estaria seguindo o ex-governador Aécio Neves. Amaury diz ter recebido a informação de que 300 dossiês contra pessoas do PMDB foram feitas por esse grupo para impedir que esses políticos apoiassem a candidatura de Dilma Rousseff.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Desfaçatez Tucanalha da Mídia pró Serra
Estadão vem corroborar com as declarações do presidente Lula, de que a mídia no Brasil age como partido político. Pois a Mídia não é somente tucana, mas, também age com desfaçatez canalha, pois manipula distorcem as informações. Se alguém tem ilusão de ser bem informado contando com o noticiário da velha mídia, vai passar a vida toda acreditando em duendes e fantasmas. É preciso, portanto se desconectar da Matrix, isto é se desplugar do poder midiático.
Aqui vai um exemplo clássico: a divulgação do inquérito da Polícia Federal sobre a quebra de sigilo dos tucanos.
Jornalista do jornal “Estado de Minas” teria confessado violação de sigilo de tucanos
Vannildo Mendes, de O Estado de S.Paulo
“A investigação da Polícia Federal aponta que o jornalista Amaury Ribeiro Jr. encomendou a quebra dos sigilos fiscais do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge, da filha de José Serra, Verônica, do genro dele, Alexandre Bourgeois, e de outros tucanos entre setembro e outubro de 2009. De acordo com a PF, na época, o jornalista trabalhava no jornal Estado de Minas, que teria custeado as viagens dele a São Paulo para buscar os documentos.
(…)
Em depoimento que durou 13 horas na semana passada, Amaury confirmou que pagou R$ 12 mil ao despachante Dirceu Rodrigues Garcia, que trabalha em São Paulo. Mas não contou de onde saiu o dinheiro. Amaury disse à PF que decidiu fazer a investigação depois de descobrir que o deputado Marcelo Itagiba (PSDB-RJ) estaria comandando um grupo de espionagem a serviço de José Serra para devassar a vida do ex-governador Aécio Neves. Ele afirmou que deixou o jornal no final de 2009, mas deixou um relatório completo de toda a apuração, levando uma cópia consigo para futura publicação de um livro. Na sua versão, a inteligência do PT teria tomado conhecimento do conteúdo de sua investigação e o convidou para trabalhar na equipe de campanha de Dilma.
(…)
No ano passado, encomenda de Amaury foi repassada pelo despachante Dirceu Rodrigues Garcia ao office-boy Ademir Cabral, que pediu ajuda do contador Antonio Carlos Atella. Este último usou uma procuração falsa para violar os sigilos fiscais de Verônica Serra e seu marido, Alexandre Bourgeois, numa agência da Receita Federal em Santo André. Por conta da confissão, Amaury pode ser indiciado por corrupção ativa e co-autoria da violação do sigilo fiscal”.
O texto acima é parte de um artigo vergonhoso e manipulador que leva como título “Jornalista ligado à campanha de Dilma confessa violação de sigilo de tucanos”, publicado pela Agência Estado (ver aqui). Retirei do texto todas as tentativas manipuladoras visando a ocultar os fatos, deixando assim esclarecido com as próprias informações publicadas na matéria, o caso da quebra do sigilo. O título e o artigo da Agência Estado, distorcem as informações. O jornal O Estado SP assumiu publicamente apoiar a candidatura de José Serra. O artigo confunde o leitor fazendo que ele não perceba que a quebra do sigilo fiscal teria sido encomendada pelo jornalista, empregado pelo jornal O Estado de Minas. Foi como jornalista deste veículo, pago com dinheiro desse órgão de imprensa que a quebra do sigilo teria sido organizada.
O jornal Estado de Minas não tem qualquer ligação com o PT e segundo a maiorias dos analistas, guarda estreita relação como o governador tucano Aécio Neves. Os fatos teriam acontecido em outubro de 2009, época na qual não existia campanha de Dilma, nem comitê de campanha e nem mesmo candidatura petista. Mas o período coincide com o acirramento da disputa entre Aécio e Serra pela indicação do PSDB para a eleição presidencial. Percebe-se assim qual é o objetivo do título escolhido pelo Estadão, em contradição com as informações veiculadas pela própria matéria. LF
domingo, 10 de outubro de 2010
sábado, 9 de outubro de 2010
Olha Você certo; somente dessa vez Fernandão acertou nos comentarios
FERNANDO DE BARROS E SILVA
Marina contra o "ecobusiness"
SÃO PAULO - "Não adianta ficar com conversinha de século 21, sustentabilidade, meio ambiente e não sei o quê sem ter algo concreto para a população". A frase não saiu da boca de nenhum empreiteiro apressado, ninguém da bancada ruralista. Quem disse isso, em entrevista à Folha de ontem, foi Marcos Belizário, membro do PV, secretário na gestão de Gilberto Kassab (DEM).
Ele mesmo diz ser "um cara prático". Nada de conversinha. O PV que ele representa é aquele que se apropria do prestígio internacional e do apelo "ecumênico" da causa verde como fachada para legitimar práticas políticas paroquiais e viciadas. A energia que alimenta esse PV é a fisiologia autossustentável.
Há no partido, é claro, no Rio em particular, quadros qualificados e empenhados em dotar o PV de uma espinha dorsal programática: Alfredo Sirkis, Fernando Gabeira, Aspásia Camargo estão entre eles.
Belizário pertence à turma liderada por José Luiz Penna, outro "cara prático". Penna já era presidente do PV quando, em 2008, a Folha revelou o escândalo das notas fiscais fantasmas: o partido criou numa cidade do interior paulista mais de 600 empresas fictícias (muitas delas com endereço num lago, em "homenagem à natureza") para esquentar o destino do dinheiro do fundo partidário: em torno de R$ 800 mil. O caso ainda está no TSE.
É essa turma do PV, todos "do bem", que quer se acertar logo com a candidatura José Serra. No pior cenário, negociam vantagens no governo Alckmin. Ao tomar ciência de que a barganha ia solta, Marina Silva ironizou tanto apetite: "Quatro ministérios para o PV... Caramba! Do jeito que tem gente aí, basta pensar num conselho de estatal".
O fato é que Marina deu ao PV uma projeção que o partido jamais teve no Brasil. Deu também uma chance histórica ao partido, que já está indo pelo ralo. Marina tem razões pessoais e políticas, ancoradas em valores, para não apoiar nem Dilma nem Serra agora. As do PV são como Belizário -bem práticas.
Marina contra o "ecobusiness"
SÃO PAULO - "Não adianta ficar com conversinha de século 21, sustentabilidade, meio ambiente e não sei o quê sem ter algo concreto para a população". A frase não saiu da boca de nenhum empreiteiro apressado, ninguém da bancada ruralista. Quem disse isso, em entrevista à Folha de ontem, foi Marcos Belizário, membro do PV, secretário na gestão de Gilberto Kassab (DEM).
Ele mesmo diz ser "um cara prático". Nada de conversinha. O PV que ele representa é aquele que se apropria do prestígio internacional e do apelo "ecumênico" da causa verde como fachada para legitimar práticas políticas paroquiais e viciadas. A energia que alimenta esse PV é a fisiologia autossustentável.
Há no partido, é claro, no Rio em particular, quadros qualificados e empenhados em dotar o PV de uma espinha dorsal programática: Alfredo Sirkis, Fernando Gabeira, Aspásia Camargo estão entre eles.
Belizário pertence à turma liderada por José Luiz Penna, outro "cara prático". Penna já era presidente do PV quando, em 2008, a Folha revelou o escândalo das notas fiscais fantasmas: o partido criou numa cidade do interior paulista mais de 600 empresas fictícias (muitas delas com endereço num lago, em "homenagem à natureza") para esquentar o destino do dinheiro do fundo partidário: em torno de R$ 800 mil. O caso ainda está no TSE.
É essa turma do PV, todos "do bem", que quer se acertar logo com a candidatura José Serra. No pior cenário, negociam vantagens no governo Alckmin. Ao tomar ciência de que a barganha ia solta, Marina Silva ironizou tanto apetite: "Quatro ministérios para o PV... Caramba! Do jeito que tem gente aí, basta pensar num conselho de estatal".
O fato é que Marina deu ao PV uma projeção que o partido jamais teve no Brasil. Deu também uma chance histórica ao partido, que já está indo pelo ralo. Marina tem razões pessoais e políticas, ancoradas em valores, para não apoiar nem Dilma nem Serra agora. As do PV são como Belizário -bem práticas.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
domingo, 12 de setembro de 2010
Reporte que fez o novo factoide da Veja é reincidente

A matéria da Veja tem a assinatura do repórter Diego Escostegui. Para o bem (caso esteja certo) ou para mal (caso tenha manipulado informações), marcará o nome desse repórter para sempre.
O autor da reporcagem de capa da revista Veja desta semana é Diego Escosteguy. É da lavra dele esta outra empulhação jornalística, publicada no Estadão.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Agora o Serra endoidou de vez, pois resolveu atacar a blogosfera.
José Serra (PSDB/SP) está atordoado com o ritmo alucinado de queda nas pesquisas.
Acostumado a espalhar dossiês e boatos na imprensa paulista e na TV Globo nas eleições passadas, sem contestação, está encontrando uma barreira intransponível na internet, e não consegue praticar o jogo sujo eleitoral a que sempre esteve acostumado.
Globo, Folha, Estadão e Veja, bem que tentam e fazem o que podem para ajudar o demo-tucano, mas não conseguem mais mentir sem ser desmentidos on-line, na internet.
Por isso Serra, vendo que não consegue controlar o fluxo de informação, e que seus blogueiros não conseguem "formar opinião", resolveu atacar a blogosfera.
Serra acusa os outros de fazer o que ele tem fama
Serra fez as críticas em discurso, hoje, na ANJ - Associação Nacional [dos donos] de Jornais). Trata-se do Partido da Imprensa Golpista, como a própria presidente da entidade, Judith Brito, admitiu. Ela defendeu publicamente que a imprensa atue como partido de oposição, "já que a oposição estava muito fragilizada".
Hoje, Serra acusou, de forma leviana, sem sequer dar nomes, o governo Lula de financiar "blogs sujos" que "dão norte do patrulhamento" a jornalistas.
Mas foi o demo-tucano, quando governador, quem comprou assinaturas em massa de jornais e revistas sem licitação, e gastou fortunas do dinheiro público com anúncios nestas publicações.
Em troca de adoçar o bolso dos donos da imprensa, sempre gozou da "simpatia" dos donos dos jornais, revistas e TVs, a ponto de manterem blogs que fazem claramente campanha permanente para Serra, como Reinaldo Azevedo, Ricardo José Delgado, Augusto Nunes, Lucia Hipólito, Josias, etc. Além dos colunistas e comentaristas.
Serra afirmou, sem citar nomes, que o governo faz "patrulhamentos e perseguições sistemáticas" a jornalistas. Mas quem tem fama de fazer isso, é o próprio Serra. Já escreveram a esse respeito diversos jornalistas, como Kennedy Alencar, Luiz Nassif, Paulo Henrique Amorim, e vários outros.
A cabeça do jornalista Heródoto Barbeiro rolou da TV Cultura do governo de São Paulo, após a pergunta incômoda sobre pedágios a Serra.
O demo-tucano não deu nomes para escapar de processos, mas acusou a TV Brasil:
"Boa parte desta estratégia não deixa de ser alimentada por recursos públicos, como por exemplo da TV Brasil, que não foi feita para ter audiência, mas para criar empregos na área de jornalismo e servir de instrumento de poder para um partido."
Após sua palestra, Serra se recusou a responder três perguntas de jornalistas sobre a suposta falta de oposição no Brasil e sobre quais são os blogs sujos a que se referia.
Serra quer controlar a imprensa, e D. Judith Brito não reclama
Serra defendeu que haja regulamentação do direito de resposta depois que o STF julgou a lei de imprensa como inconstitucional. "É uma questão que não deve ficar em aberto porque pode gerar coisa ruim em termos de censura e liberdade de imprensa."
Ora, é justamente direito de resposta, um dos tópicos que o governo Lula, o PT, mais reclama, e que o partido da D. Judith sempre disse que as críticas são de quem quer controlar a imprensa.
Quando o Serra diz a mesma coisa, D. Judith se cala?
Em seu discurso, Serra, após defender o direito de resposta, foi cínico: fez críticas diretas à candidata do PT, Dilma Rousseff, e ao PT pode defenderem o "controle da mídia", que segundo ele, nada mais é do que censura e restrição à liberdade de expressão.
Serra é cínico também porque a agenda do PT é de democratização das comunicações. Quanto menos monopólio, quanto mais canais de Tv e rádios, mais liberdade de expressão.
O que é inaceitável são concessões de TVs, como eram feitas no passado, serem dádivas para amigos e famílias de políticos demo-tucanos.
PS: Este blog tambem ficou sabendo que o jornal cafofo cibernético Cloaca News interpelará josé Serra para que ele revele "blogs sujos" beneficiarios do governo Lula
Acostumado a espalhar dossiês e boatos na imprensa paulista e na TV Globo nas eleições passadas, sem contestação, está encontrando uma barreira intransponível na internet, e não consegue praticar o jogo sujo eleitoral a que sempre esteve acostumado.
Globo, Folha, Estadão e Veja, bem que tentam e fazem o que podem para ajudar o demo-tucano, mas não conseguem mais mentir sem ser desmentidos on-line, na internet.
Por isso Serra, vendo que não consegue controlar o fluxo de informação, e que seus blogueiros não conseguem "formar opinião", resolveu atacar a blogosfera.
Serra acusa os outros de fazer o que ele tem fama
Serra fez as críticas em discurso, hoje, na ANJ - Associação Nacional [dos donos] de Jornais). Trata-se do Partido da Imprensa Golpista, como a própria presidente da entidade, Judith Brito, admitiu. Ela defendeu publicamente que a imprensa atue como partido de oposição, "já que a oposição estava muito fragilizada".
Hoje, Serra acusou, de forma leviana, sem sequer dar nomes, o governo Lula de financiar "blogs sujos" que "dão norte do patrulhamento" a jornalistas.
Mas foi o demo-tucano, quando governador, quem comprou assinaturas em massa de jornais e revistas sem licitação, e gastou fortunas do dinheiro público com anúncios nestas publicações.
Em troca de adoçar o bolso dos donos da imprensa, sempre gozou da "simpatia" dos donos dos jornais, revistas e TVs, a ponto de manterem blogs que fazem claramente campanha permanente para Serra, como Reinaldo Azevedo, Ricardo José Delgado, Augusto Nunes, Lucia Hipólito, Josias, etc. Além dos colunistas e comentaristas.
Serra afirmou, sem citar nomes, que o governo faz "patrulhamentos e perseguições sistemáticas" a jornalistas. Mas quem tem fama de fazer isso, é o próprio Serra. Já escreveram a esse respeito diversos jornalistas, como Kennedy Alencar, Luiz Nassif, Paulo Henrique Amorim, e vários outros.
A cabeça do jornalista Heródoto Barbeiro rolou da TV Cultura do governo de São Paulo, após a pergunta incômoda sobre pedágios a Serra.
O demo-tucano não deu nomes para escapar de processos, mas acusou a TV Brasil:
"Boa parte desta estratégia não deixa de ser alimentada por recursos públicos, como por exemplo da TV Brasil, que não foi feita para ter audiência, mas para criar empregos na área de jornalismo e servir de instrumento de poder para um partido."
Após sua palestra, Serra se recusou a responder três perguntas de jornalistas sobre a suposta falta de oposição no Brasil e sobre quais são os blogs sujos a que se referia.
Serra quer controlar a imprensa, e D. Judith Brito não reclama
Serra defendeu que haja regulamentação do direito de resposta depois que o STF julgou a lei de imprensa como inconstitucional. "É uma questão que não deve ficar em aberto porque pode gerar coisa ruim em termos de censura e liberdade de imprensa."
Ora, é justamente direito de resposta, um dos tópicos que o governo Lula, o PT, mais reclama, e que o partido da D. Judith sempre disse que as críticas são de quem quer controlar a imprensa.
Quando o Serra diz a mesma coisa, D. Judith se cala?
Em seu discurso, Serra, após defender o direito de resposta, foi cínico: fez críticas diretas à candidata do PT, Dilma Rousseff, e ao PT pode defenderem o "controle da mídia", que segundo ele, nada mais é do que censura e restrição à liberdade de expressão.
Serra é cínico também porque a agenda do PT é de democratização das comunicações. Quanto menos monopólio, quanto mais canais de Tv e rádios, mais liberdade de expressão.
O que é inaceitável são concessões de TVs, como eram feitas no passado, serem dádivas para amigos e famílias de políticos demo-tucanos.
PS: Este blog tambem ficou sabendo que o jornal cafofo cibernético Cloaca News interpelará josé Serra para que ele revele "blogs sujos" beneficiarios do governo Lula
sábado, 14 de agosto de 2010
A maledicência da revista infame (Época) não atinge o objetivo esperado por Ali Kamel: salva Serra!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
TRUCULÊNCIA DA REVISTA VEJA PODE AJUDAR A ELEGER DILMA ROUSSEFF DO PT NO PRIMEIRO TURNO
A revista Veja pode ajudar a eleger Dilma Rousseff no primeiro turno. Isso porque durante o período eleitoral, a grande mídia precisa ter maior rigor na publicação para evitar o direito de resposta em igual proporção. O partidarismo assustado e paranoico presente na revista Veja pode render ao PT inúmeros direitos de resposta se a Justiça agir com rigor.
O PT já entrou com dois direitos de respostas. O mais novo é sobre acusações da revista de que a campanha teria uma equipe para fazer dossiê contra o candidato tucano.
Um fato semelhante aconteceu em Campinas, interior de São Paulo, durante as eleições municipais que elegeram o prefeito Antônio da Costa Santos em 2000. Toninho do PT, como era conhecido, ficou no cargo até setembro de 2001, quando foi assassinado. Um crime até hoje sem solução. Detalhe é que a incompetência da polícia de São Paulo, que não conseguiu desvendar o crime, era e continua comandada pelo PSDB.
Mas o fato interessante que aconteceu nas eleições é que o Jornal Correio Popular, principal jornal da cidade, publicou um editorial de capa na sexta-feira, antevéspera das eleições, contra o Toninho. A Justiça Eleitoral agiu rápido e deu direito de resposta que saiu no domingo, dia da eleição, no mesmo espaço da capa do jornal.
É por isso que a Veja tem muito a contribuir para a eleição de Dilma Rousseff no primeiro turno.
Para Dilma, a Internet é a praça moderna, onde o povo se reúne
Enquanto a decadente Folha demo-tucana (Jornal Folha de São Paulo) tenta preservar o monopólio de seu cartel de meia dúzia de famílias que controlam a dita grande imprensa, atacando o papel de internautas ativistas e blogueiros, Dilma Rousseff (PT) pensa o contrário.
Em entrevista na cidade de Natal (RN), Dilma falou da importância da internet nesta campanha eleitoral, por conta do papel democratizador da informação que as redes sociais desempenham.
Para Dilma, sites e blogs ampliam o acesso à informação pela população, evitando o monopólio por parte de um ou outro veículo de comunicação.
Ela lembrou que os gregos consideravam a praça como o lugar para os cidadãos se encontrarem. “A internet, do ponto de vista da política, é a moderna praça”.
Em entrevista na cidade de Natal (RN), Dilma falou da importância da internet nesta campanha eleitoral, por conta do papel democratizador da informação que as redes sociais desempenham.
Para Dilma, sites e blogs ampliam o acesso à informação pela população, evitando o monopólio por parte de um ou outro veículo de comunicação.
Ela lembrou que os gregos consideravam a praça como o lugar para os cidadãos se encontrarem. “A internet, do ponto de vista da política, é a moderna praça”.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
“De que lado você está na guerra entre a Globo e o técnico Dunga?”

O torcedor brasileiro tomou o lado de Dunga no conflito com a TV Globo, criado depois que a emissora não se conformou com o veto do técnico a entrevistas exlusivas.
Além das manifestações em diversas mídias sociais e a proposta do “diasemglobo” no próximo jogo do Brasil, os torcedores estão mostrando sua posição em enquete promovida pelo UOL com a pergunta “De que lado você está na guerra entre a Globo e o técnico Dunga?”
Pelo que está no vídeo que chama para a enquete, a sondagem começou às 13:17h. Na consulta que fiz, às 16:45h , 12.930 pessoas tinham respondido da seguinte forma: ao lado de Dunga, 78,69%; do lado da Globo, 11,76%; de lado nenhum, 9,54%.
Acho que a Globo não contava com essa goleada e deve estar mais perdida que a seleção da Coréia do Norte diante de Portugal. Ainda mais depois que a Fifa frustrou seus planos de punir o técnico brasileiro.
FONTE: tá no Blog Tijolaço
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Conta Outra ALI KAMEL!
Painel da Folha
Globo
Fernando de Barros e Silva, na coluna “Verde água” (Opinião, ontem), diz que “Sérgio Cabral surfa tranquilo, com o apoio de Lula e a simpatia da Rede Globo”.
Como o colunista não acompanha o jornalismo local da TV Globo no Rio, acredito que a afirmação seja fruto de falta de conhecimento ou de preconceito. A TV Globo do Rio cobre o governo Cabral da mesma forma que a Folha cobriu o governo Serra e outros. Assim como a Folha, a TV Globo é apartidária e busca a isenção em todas as suas coberturas.
ALI KAMEL, diretor da Central Globo de Jornalismo (Rio de Janeiro, RJ)
Comentado por Erivaldo
A Globo apartidária?! Onde? Quando? Cada um diz o que quer e ouve o que não quer. Afinal todos nós sabemos que Rede Globo é partidária não só de Serra como de muitos outros candidatos e assuntos. A Folha, essa é vergonhosamente partidária, injusta e não respeita o leitor quando usa do seu jornal para mentir e enganá-los. Eles se merecem, pois não são nada imparciais!Na verdade,cumplice e não merece sequer ser mencionado! …
Globo
Fernando de Barros e Silva, na coluna “Verde água” (Opinião, ontem), diz que “Sérgio Cabral surfa tranquilo, com o apoio de Lula e a simpatia da Rede Globo”.
Como o colunista não acompanha o jornalismo local da TV Globo no Rio, acredito que a afirmação seja fruto de falta de conhecimento ou de preconceito. A TV Globo do Rio cobre o governo Cabral da mesma forma que a Folha cobriu o governo Serra e outros. Assim como a Folha, a TV Globo é apartidária e busca a isenção em todas as suas coberturas.
ALI KAMEL, diretor da Central Globo de Jornalismo (Rio de Janeiro, RJ)
Comentado por Erivaldo
A Globo apartidária?! Onde? Quando? Cada um diz o que quer e ouve o que não quer. Afinal todos nós sabemos que Rede Globo é partidária não só de Serra como de muitos outros candidatos e assuntos. A Folha, essa é vergonhosamente partidária, injusta e não respeita o leitor quando usa do seu jornal para mentir e enganá-los. Eles se merecem, pois não são nada imparciais!Na verdade,cumplice e não merece sequer ser mencionado! …
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